Estão riscados nos documentos os nomes das empresas e de seus representantes, o valor total dos contratos, a vigência, a tarifa praticada e até mesmo a equação utilizada para chegar a tal tarifa. Nem a data de assinatura escapou da canetada da Sabesp. Sem essas informações não é possível fazer uma análise consistente sobre a política de demanda firme.
Os contratos foram requeridos via Lei de Acesso em dezembro pela Agência Pública, em um pedido rejeitado duas vezes pela Sabesp mas que foi considerado procedente pelo Corregedor Geral da Administração Gustavo Ungaro, que ordenou a entrega dos contratos até dia 26 de fevereiro. “A liberação dos contratos conhecidos como demanda firme (…) permitirá à sociedade o aceso ao modus operandi da Sabesp no que diz respeito à prestação de serviços públicos de saneamento básico”, diz a decisão da CGA.
Hoje a Pública voltou a entrar em contato com a Sabesp pedindo os contratos sem censura. Ouviu apenas que as informações foram publicadas pelo alto escalão da Superintendência de Gestão de Risco. (Natália Viana/A Pública)
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