Ode ao lixo

Não quero que a noite acabe.

Ela me liberta.

A voz da cantora me aprofunda.

Na solidão me pacifico.

 

O dia, hoje, me arranhou.

Ossos da realidade.

 

Não quero que a noite acabe.

Antes do poema brotar do lixo.

D’alma poluída, gasta.

Memória e liberdade.

14/03/15

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