Há quase um ano, ele segura uma ação que já tem resultado definido. Dos 11 ministros, 6 já votaram contra o financiamento privado de campanhas eleitorais (famosa corrupção legalizada e fonte de grande parte da corrupção do Brasil).
As últimas declarações do ministro Gilmar Mendes mostram que ele não vai votar a ação e, mesmo já condenada pelo STF, a corrupção legalizada vai continuar valendo. É sem dúvida um deboche com o voto dos outros ministros e com a próprias entidades como OAB e CNBB que promoveram a ação contra o financiamento privado.
Imagine que o cidadão entre na justiça para ser indenizado e o processo chega ao Supremo. Lá a maioria vota pela indenização. Mas um ministro pede vista e não tem tempo para devolver o processo. O ministro pode ficar anos com o processo e o cidadão, mesmo ganhando a ação, não leva.
Essa é justiça do Brasil. Essa é a principal corte do país, o Supremo. Por que será que a justiça é lenta no Brasil?
(imagem divulgação) O musical “Nos Passos do Bem Amado” será apresentado no Centro de Convivência…
(fotos joão machado) Na próxima quinta-feira, 23 de abril, às 20h, o Núcleo de Fotografia…
(foto marcia piccin - divulgação) O Dia Nacional do Choro é comemorado nesta quinta-feira, 23…
(foto acervo pessoal) O Teatro do Sesc Campinas recebe nesta quarta-feira, dia 22 de abril,…
(foto leo souza - divulgação) Campinas recebe nesta terça-feira, 21 de abril, a quarta edição…
(imagens reprodução vídeo) Para contornar a crise econômica e a concentração de renda provocada pelo…