Campinas registrou um dos dias mais secos do ano na quinta-feira (7). Segundo a Defesa Civil, medição realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrou, às 15h, nível de umidade de 18%. Na quarta-feira (6), o índice de umidade relativa do ar foi de 15,1% às 13h40, o que caracteriza estado de alerta.
Segundo o coordenador da Defesa Civil, Sidnei Furtado, este ano a estiagem está muito rigorosa, até porque, praticamente, não choveu no verão. Desta forma, as queimadas registraram aumento significativo, como apontam os dados da Defesa Civil. Foram registrados 100 focos de queimadas em julho deste ano, número mais de dez vezes maior que o do mesmo período do ano passado, quando ocorreram nove.
“A questão das queimadas tem também um viés cultural. A população tem o costume de utilizar, como técnica de limpeza, a queima dos resíduos em quintais e terrenos baldios, situação propícia para iniciar incêndios. Precisamos orientar cada vez mais a população a não adotar esta prática, que é proibida por lei”, diz Furtado.
Conscientizar os cidadãos de que a queimada provoca danos ao meio ambiente e, além disso, é prejudicial à saúde, é de extrema importância, segundo o coordenador da Defesa Civil. A fumaça, aliada à baixa umidade do ar, potencializa o risco de doenças respiratórias, como asma e rinite, que atingem principalmente crianças e idosos.(Carta Campinas com informações de divulgação)
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