No filme, Sarah Tobias protagoniza uma trama na qual suas memórias, sentimentos e os entraves familiares e legais para provar que sofrera violência sexual exploram o imaginário da “mulher sedutora”, de comportamento impróprio, tornando visíveis os vários níveis de violência (além da sexual) pós estupro, para tentar provar sua inocência.
No final da década de 80 o filme surpreendeu a críticos e espectadores e o mais intrigante é que, 16 anos depois, ainda promete surpreender pela força das imagens que traz e pela temática que, infelizmente, ainda ronda as ruas das cidades no Brasil e no mundo, tematizando a relação entre a violência sexual e a suposta responsabilidade atribuída à mulher, reforçada por uma cultura profundamente machista e patriarcal, realidade exposta e problematizada em muitos movimentos como a Marcha das Vadias, por exemplo.
Toda comunidade universitária está convidada para a sessão que acontecerá no Laboratório de Imagem e Som (LIS), localizado na Lateral do Centro de Convenções da Unicamp. Entrada pela pequena porta azul ao lado da entrada principal do Centro de Convenções.
Mais informações AQUI. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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