(foto reprodução)
Um dos quatro servidores investigados pela Polícia Federal (PF) por supostamente ter acessado de forma ilícita dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus familiares, por meio de sistemas da Receita Federal, é de São José do Rio Preto (SP), no interior de SP. A cidade deu quase 70% dos votos nas eleições de 2022 para a extrema direita bolsonaristas. E também elegeu um prefeito bolsonarista na última eleição municipal. Servidores de outras cidades também são investigados.
O servidor, nome foi divulgado pelo STF, é Ricardo Mansano de Moraes, que ocupa o cargo de auditor-fiscal da Receita Federal e, atualmente, está lotado na Delegacia da RFB em São José do Rio Preto (SP). Entre os investigados, ele é o que recebe o maior salário. Mansano chegou a receber R$ 51 mil em dezembro de 2025.
O auditor fiscal teria afirmado que acessou de forma acidental dados ligados à enteada do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao Uol, a esposa do auditor disse que ele não cometeu crime e que é “muito inocente”.
Conforme divulgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de nota, foram identificados múltiplos acessos irregulares, com origem em suas credenciais, a dados de ministros da Corte e de seus familiares.
Nessa terça-feira (17/2), o grupo foi alvo de mandados de busca e apreensão autorizados pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito das fake news, conduzido pela Polícia Federal (PF).
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