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Campinas recebe em agosto a Semana de Arte TRANSviada, realizada por um coletivo de artistas do interior do Estado. O evento acontece entre 7 e 14 de agosto na Casa de Vidro e na unidade do Sesc no município. Todas as atividades são gratuitas e as informações sobre retirada de ingressos estão disponíveis no site: www.semanatransviada.com. Ainda no fim deste mês, haverá a realização da Semana em Sorocaba, entre os dias 20 e 28.
Durante o evento, a diversidade será amplamente abordada, discutida e repaginada por meio de apresentações artísticas de diferentes linguagens. Compõem a programação artistas independentes transvestigêneres ou que versam sobre a transgeneridade em suas obras. Entre os nomes estão Paul Parra, Helena Agalenéa, Ateliê Transmoras, Irmãs de Pau, Rainha Kong, Laboratório Cisco e All Ice, entre outros. (Confira a programação completa de artistas abaixo).
O movimento dialoga e questiona o espaço geográfico: na histórica Semana de Arte Moderna, que aconteceu em 1922, os artistas se reuniram no Teatro Municipal da cidade mais populosa do Brasil (São Paulo) como uma forma de validar e visibilizar a arte que estava sendo proposta. Aqui, o movimento caminha por estratégias diferentes: em vez de competir pelo espaço restrito da capital, a Semana de Arte TRANSviada visa difundir a arte para além, escolhendo locais distintos do Estado para acontecer.
“Este será um momento oportuno para (re)pensar sobre as dinâmicas sociais a respeito das vivências que escapam do padrão, para questionarmos aquilo que é visto como ‘normal’, e ‘natural’”, relata o multiartista Paul Parra, um dos idealizadores do evento.
Segundo ele, esta será uma oportunidade de refletir sobre a biodiversidade, na forma com a qual o ser humano lida com as diversas formas de vida que habitam o planeta. Com isso, o evento pretende conscientizar e alertar sobre a urgência de revisar pensamentos e comportamentos, individual e coletivamente, para a sobrevivência humana.
A Semana de Arte TRANSviada traz consigo formas provocativas e sensíveis de entremear as questões sociais, culturais, ambientais e políticas. “Buscam-se os entre-lugares artísticos que potencializam os corpos e sujeites transgênero como produtores de cultura popular dissidente, a partir dos próprios processos subjetivos”, explica Paul. “Dessa forma, a arte dissidente e TRANSviada adquire valor de resistência, subversão e transgressão, frente à sociedade brasileira e a onda conservadora na qual o país se encontra atualmente”.
O projeto Semana de Arte TRANSviada foi contemplado pelo Edital ProAC nº 35/2021 ‘Projetos Culturais/ 100 Anos da Semana de Arte Moderna de 1922/ 200 anos da Independência do Brasil’ e é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Bons Ventos Produtora e Núcleo Ponte. Ele tem apoio do Sesc Campinas e Sesc Sorocaba, Fundec (Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba), Maloca Centro Cultural, Secretaria de Cultura da Prefeitura de Sorocaba, Casa de Vidro, Museu da Cidade, Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Campinas, Tenda Vogue e Centro de Referência LGBT de Campinas.
Curadoria afetiva
A realização da Semana de Arte TRANSviada é um sonho de Paul Parra que se tornou realidade. Ele conta que a programação foi definida baseando-se principalmente em artistas que já estavam nesta aproximação cultural e afetiva dentro do cenário das artes de Campinas e Sorocaba. “Selecionamos pessoas localizadas no interior, justamente para valorizar artistas dessas cidades ou que já contribuíram com a cultura local de alguma forma”.
Para ele, trazer o maior número de linguagens artísticas possíveis para este evento mostra também o quanto a arte e as identidades podem ser múltiplas. “Queremos abordar tudo isso de forma mais extensa. Teremos desde DJs, até apresentações de teatro e dança, por exemplo”.
Abertura na Casa de Vidro
A estreia da Semana de Arte TRANSviada acontece no dia 7 de agosto, domingo, na Casa de Vidro | Museu da Cidade, próximo ao Parque Taquaral. No dia haverá exposição de artes visuais composta por oito artistas – a maioria trans – e mais de 20 obras.
No fim da tarde, a partir das 17h, a organização fará a cerimônia de abertura da Semana com desfile realizado pelo Ateliê Transmoras, Évora e Vista Vasques. O dia se encerra com apresentação da performance “Ultrapassar o Vazio entre Lugares que Imaginamos Para nós”, de Lino Calixto e Harpya Satanara, e shows musicais de Angelíque Farnocchia, All Ice e Diameyka Odara.
Ocupar espaços
Os dias que se seguem trazem uma programação diversificada que será marcada pela transgeneridade o tempo todo. “Os espaços de realização do evento (Casa de Vidro e Sesc Campinas) foram escolhidos visando alcançar novos lugares para a arte transviada expandir ”, explica Paul.
“Nossa expectativa é de ter casa cheia todos os dias, mas o principal é conseguir atrair pessoas para além do público que a gente já tem. Quero ver olhares curiosos participando e se engajando na programação. Visibilidade e valorização são alguns dos nossos maiores desejos”.
Semana de Arte TRANSviada: Campinas
Data: 7 a 14 de agosto
Locais: Casa de Vidro e Sesc Campinas
Programação gratuita
Retirada de ingressos: www.semanatransviada.com
Classificação etária: consulte a programação
Programação completa
7/8 – Domingo
Exposição de Artes Visuais e Fotografia TRANSviada
Paul Parra, Lino Calixto, Harpya Satanara, Évora, Cíntia Rizoli, Rafa Kennedy, Luara Souza e Zure Gabriel
Categoria: Artes Visuais
Horário: 10h | Classificação etária: 12 anos
Sinopse: Com curadoria afetiva de Paul Parra, a exposição de Artes visuais e fotografias TRANSviada traz ao público novas formas de representações estético-poéticas, em diferentes técnicas e linguagens que representam e/ou registram corpos, vivências, e subjetividades das pessoas transgênero. A exposição conta com obras de Luara Souza, Évora, Paul Parra, Cíntia Rizoli, Lino Calixto, Harpya Satanara, Zure Gabriel e Rafa Kennedy.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
A exposição ficará aberta de 7/8 a 14/8
Horário: das 10 às 12h e das 14 às 17h (fechado na segunda-feira, dia 8)
Não é necessário agendamento prévio
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Desfile de Moda Transviada
Ateliê Transmoras, Évora e Vista Vasques
Categoria: Moda
Horário: 17h | Classificação etária: Livre
Sinopse: O Desfile de Moda Transviada apresentará as coleções do Ateliê Transmoras, Évora e Vista Vasques. É uma oportunidade de atualizar conceitos sobre a moda, a partir de propostas que pensar o upcycling e a Transmutação Têxtil como formas de compor peças originais, únicas e completamente transviadas.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
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Ultrapassar o Vazio entre Lugares que Imaginamos Para nós
Lino Calixto e Harpya Satanara
Categoria: Artes visuais, Performance
Horário: 18h | Classificação etária: 14 anos
Sinopse: “Ultrapassar o Vazio entre Lugares que Imaginamos Para nós”, de Harpya Satanara e Lino Calixto, é uma instalação em assemblagem atrelada à performance “Atravessando o Caminho D’elux” de Lino Calixto. Pinturas, desenhos, fotocolagens, pontes feitas com lajotas quebradas, grama, resíduos orgânicos e flores compõem a obra do que pode ser visto enquanto a conexão entre dois mundos em que se instauram quando conectam-se com os movimentos corporais e textuais do Ator Lino Calixto sobre a travessia. A performance abre a Semana de Arte Transviada e a Exposição de Artes Visuais e Fotografia, na cidade de Campinas.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
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Solo és Mãe
Angelíque Farnocchia
Categoria: Música
Horário: 19h | Classificação etária: 14 anos
Sinopse: O que se perde com o tempo? Abandonando o conceito de escassez, oque se ganha com o tempo? Queremos estar em outro momento…em outro lugar, de uma outra forma? Se conectar com as raízes intocáveis que te seguram no solo, pode abrir caminhos para o passado, futuro… ou já que o conceito de tempo foi criado pelo ser humano… que os caminhos se abram para o agora!
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
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Universo Nu
All Ice
Categoria: Música
Horário: 19h30 | Classificação etária: 14 anos
Sinopse: All ice apresenta Universo Nu álbum que leva o ouvinte para uma experiência muito livre musicalmente falando. Descolonizando o fazer musical, colocando corpos transmasculinos e corpas pretas no topo da auto estima.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
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Orin Odara
Diameyka Odara
Categoria: Música
Horário: 20h | Classificação etária: 14 anos
Sinopse: Orin Odara que em yoruba significa a beleza do canto, é um projeto que entende a beleza dos diversos tipos de manifestações musicais negras que não são aceitas pela sociedade por conta do racismo estrutural, levando ao público a conscientização do estado belo dessas artes. Por meio da observação a artista Diameyka Odara desenvolve um trabalho musical através de cantigas yorubá e canto afro brasileiro, misturando com as sonoridades instrumental de outros estilos também afro diaspóricos como o vogue beat, funk periférico, black soul norte americano e os mais variados estilos de samba. Diameyka levará todo esses conhecimentos ao público através de um show e performance cocriadas a partir de tecnologias negras e ancestrais.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
9/8 – Terça-feira
O Bebê de Tarlatana Rosa
Rainha Kong
Categoria: Teatro
Horário: 20h | Classificação etária: 16 anos
Sinopse: Brasil. Belle Époque. O centro sendo varrido para o morro. Carnaval do Rio de Janeiro. Ah! E não há quem não saia no Carnaval disposto ao excesso. Heitor deu para andar pelo largo do Rocio e ia caminhando para os lados da secretaria do interior, quando viu, parado, o bebê de tarlatana rosa. Era ele! Era ele, o bebê de nariz postiço. Era ele, o bebê que não deveria estar ali, naquela hora com aquela máscara. Era ele, o bebê sem nariz. Era ele. Sentiu palpitar-lhe o coração. Sentiu um arrepio subir a espinha. Sentiu o apertar das calças. Parou.
O Bebê de Tarlatana Rosa celebra no mesmo tempo que vela, está em festa enquanto está de luto e gesta na hora que mata. Calcada nestes paradoxos, a peça teatral busca confluir o conto homônimo de João do Rio com as narrativas dus atorys no jogo da cena, a fim de se levantar uma discussão a respeito das questões de gênero e sexualidade.
Ficha técnica: Direção: RAINHA KONG | Dramaturgia: criação coletiva livremente inspirada em texto de João do Rio | Elenco: Aleph antialeph, Helena Agalenéa, Jaoa de Mello, Vitinho Rodrigues | Iluminação e operação de luz: Felipe Tchaça | Sonoplastia: RAINHA KONG e Nãovenhasemrosto | Operação de som: DJs Ibiza (Iza Marie e Bia Fonseca) | Arte: Aleph antialeph | Material Fotográfico e Fílmico: Karen Mezza, Natt Fejfar, Normélia Rodrigues, Thomas BF” | Produção: RK Produção | Coordenação de produção: Bia Fonseca e Iza Marie Miceli
Local: Sesc Campinas
Endereço: Rua Dom José I, 270/333 – Bonfim
10/8 e 11/8 – Quarta e quinta-feira
Eanna: Santuário Travesti
Helena Agalenéa
Categoria: Teatro
Horário: 19h | Classificação etária: 14 anos
Sinopse: Eanna: Santuário Travesti é uma peça feitiço, uma celebração de mitologias transviadas, que nos contam sobre a existência de corpos dissidentes desde, pelo menos, a Suméria Antiga. Em tempos de catástrofes climáticas e pandemias desestruturadoras, ainda conseguimos encontrar tempo para punir, perseguir, maldizer um corpo diferente do nosso. Em Eanna, invocamos a Deusa do amor para nos lembrar que só sobreviveremos aos próximos dilúvios quando, enfim, aprendermos a estar juntes, em comunidade. O Santuário Travesti une o corpo considerado profano ao sagrado, retomando os tempos antigos onde corpos dissidentes entoavam cânticos nos templos de Inanna, na Suméria, nos cultos de Cibele, na Anatolia, e na Casa de Afrodite, em Corinto. O Brasil de 2022 segue sendo o país que mais mata e mais consome pornografia de corpos trans. Pois então, lavemos o imaginário de morte e fetichismo para celebrar nossos corpos com vida, com honra, com tesão, com amor, em festa! Eanna Santuário Travesti nos lembra do ato simples e revolucionário, ingênuo e sábio, bobo e transformador de simplesmente amar. Se a segregação foi o que salvou a humanidade do dilúvio, agora só o que vai nos salvar é a união.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
12/8 – Sexta-feira
Germino Pétalas no Asfalto
Laboratório Cisco
Categoria: Cinema
Horário: 15h | Classificação etária: 10 anos
Sinopse: Quando Jack inicia seu processo de transição de gênero, o Brasil mergulha em uma onda de extremo conservadorismo. “Germino Pétalas no Asfalto” acompanha as transformações em sua vida e no país, atravessados por um governo de extrema direita e por uma pandemia devastadora. Através de um relato íntimo do cotidiano de Jack e seus amigos, vemos florescer uma rede de afeto e solidariedade que se constitui em meio a um contexto adverso.
Local: Sesc Campinas
Endereço: Rua Dom José I, 270/333 – Bonfim
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Vendo Sexo, Dou de Graça
Helena Agalenéa
Categoria: Literatura
Horário: 20h | Classificação etária: 18 anos
Sinopse: Vendo sexo dou de graça é uma vivência erótico-literária, onde a atriz travesti lerá os contos de seu livro: “É também amor, amor” em voz alta. A leitura em voz alta é feitiço: deixar de ser objeto para tornar-se sujeita. Somos o país que mais mata travestis no mundo, e o país que mais consome pornografia sobre o corpo trans. No ato de falar em voz alta, compartilhando narrativas onde corpos trans são protagonistas de suas próprias histórias e amores, o intuito é seduzir e enfeitiçar o público a pensar novas narrativas para nossas corpas, com menos transfobia, fetichização e estigmatização; e vendo a humanidade complexa que existe em cada vivência transviada. E mais vontade do erótico sagrado e plural.
“É também amor, amor”, publicado pela Cartola Editora, acompanha cinco histórias diferentes, que têm em comum o fato de celebrarem formas plurais de se pensar o amor. Os cinco contos selecionados para esta publicação foram escritos entre 2015 e 2021, acompanhando o processo de transição de gênero da autora; sendo, portanto, um relato de uma (de tantas) transformação de um jovem e inexperiente autor gay, em uma autora travesti de quase trinta anos. Focando em protagonistas que fogem dos padrões binários de gênero e de sexualidade, o livro é um convite lascivo, erótico e provocador a se (re)pensar a afetividade. Para além de romance LGBT+ ou literatura erótica, a obra é um feitiço de abundância, afeto, uma semente que pretende semear em tempos tão difíceis, novas possibilidades de se pensar o amor.
Local: Sesc Campinas
Endereço: Rua Dom José I, 270/333 – Bonfim
13/8 – Sábado
Transmasculinidades Ballroom
Edan Mutatis
Categoria: Performance, Ballroom
Horário: 14h | Classificação etária: 14 anos
Sinopse: Neste trabalho, Edan Mar fala sobre sua trajetória como transmasculino na cena Ballroom de São Paulo e como isso tem sido importante em sua história como trans, artista e imigrante no Brasil.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
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Se a Mar(é)
Marvena Ubuntu
Categoria: Performance, Ballroom
Horário: 14h30 | Classificação etária: 14 anos
Sinopse: Se a mar(é)…
Performance com elementos das artes cênicas, narra a trajetória da afroalien Marvena, que de tantos mares que já passou entende que ser Mar é o que é necessário para seguir.
Ser a Mar é…
Com receio, e muito cuidado ligando espiritualidade e arte.
Me movimentar sempre foi a conexão comigo mesma, me encontrar, me conhecer, explorar e aprofundar.
Ser a maré não voltar…
A água que antes estava num pote, agora, se mistura com a do outro e vira uma coisa só.
Mutáveis e resilientes como a água
Delicadas e perigosas como a rosa
Serena e revolta como o mar
Se amar é…
O autoconhecimento que venho adquirindo, tem sido cheio de desafios.
Mas muito bonito, sensível e de muito cuidado comigo agora, com quem fui, e posso ser.
Somos ancestrais, e também somos o futuro, mas estamos no presente.
Respira fundo e entre no mar que é ser a Mar.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
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Escorpiana
Ákira Avalanx
Categoria: Performance, Ballroom
Horário: 15h30 | Classificação etária: 14 anos
Sinopse: Escorpiana é uma performance que surgiu de forma online e vem sendo adaptada para a versão presencial. A performance conta a história de uma mulher trans / travesti através da dança, música e poema.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
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Mini Ball Transviada
Cena Ballroom
Categoria: Performance, Ballroom
Horário: 16h | Classificação etária: 14 anos
Sinopse: A Mini Ball Transviada é um evento de celebração das vivências e corpas trans, em uma homenagem à ancestralidade da comunidade Ballroom. Contemplaremos o brilho, o glamour e a riqueza das performances estéticas e dançantes dessa grande comunidade artística. As categorias apresentadas ajudam a contar um pouco da história das pessoas trans na cena ballroom: Face, Runway e Vogue Femme.
Júri: Mãe Marvena Ubuntu, Prince Puri Candaces e Prince Edan Mutatis
Chanter: Mother Ákira Avalanx
DJ: DANN (Imperador Kaim Odara)
Categorias: Trans Face (melhor rosto), Runway OTA (desfile) e Vogue Femme OTA
OUTFIT:
Pessoas cisgêneras: PRETO
Transmasculinos (boycetas, homens trans…): BRANCO
Transfemininas (travestis, mulheres trans, femme queens…): VERMELHO
Não-bináries: ROSA
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
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DJ Set
Majestade Babilônia
Categoria: Música
Horário: 19h | Classificação etária: 16 anos
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
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Dotadas Tour
Irmãs de Pau
Categoria: Música
Horário: 20h30 | Classificação etária: 16 anos
Sinopse: Irmãs de Pau é uma dupla musical composta pelas multi artistas Isma Almeida e Vita Pereira. A partir de influências e ritmos transpretos, sobretudo o funk, constroem e destroem as narrativas do que é ser travesti no Brasil. As artistas usam da música para expressar seus sentimentos, vivências e inquietações enquanto travestis negras da periferia.
Local: Casa de Vidro – Museu da Cidade
Endereço: Av. Dr. Heitor Penteado, 2145 – Parque Taquaral
14/8 – Domingo
Oficina de Maquiagem Artística
Techno Trava
Categoria: Maquiagem
Horário: 14h | Classificação etária: 16 anos
Sinopse: Inspirada no processo artístico de FLOReSER, a artista, maquiadora e performer Ayanna Xavier irá conduzir uma oficina de maquiagem artística. A proposta é oferecer uma vivência onde os participantes aprenderão como construir uma maquiagem desde os seus fundamentos básicos até a criação de uma persona/personagem. Ao longo do processo, a artista irá convidar as pessoas a elaborarem histórias sobre essa persona/personagem, exercitando a criatividade a partir de elaborações coletivas.
Local: Sesc Campinas
Endereço: Rua Dom José I, 270/333 – Bonfim
(Carta Campinas com informações de divulgação)
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