O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) está fazendo um alerta internacional para que os países aumentem a capacidade de sepultamento nos cemitérios. Segundo a entidade, o número de mortes causadas pela Covid-19 poderia superar a capacidade dos estabelecimentos locais de realizar um manuseio de cadáveres adequado.
As autoridades podem contornar esse risco com medidas de preparação e planejamento apropriadas, a fim de respeitar a dignidade das pessoas falecidas e dos seus familiares.
De acordo com a Cruz Vermelha, se não houver planejamento e preparação para a resposta a vítimas em massa, existe o risco de que os corpos sejam enterrados em valas comuns, com poucos registros e informações sobre a sua localização e sobre a identidade das pessoas falecidas. O sofrimento das famílias que não sabem onde os seus entes queridos estão enterrados pode ser devastador. Essas situações já acontecem nos EUA, Equador e Brasil. A Prefeitura de São Paulo está se preparando para enterrar 400 pessoas por dia.
“O planejamento de resposta a vítimas em massa não significa que não haverá vítimas em massa. Mas é fundamental que o planejamento seja feito e, se necessário, utilizado para ajudar a aliviar a dor que as famílias e a sociedade em geral sentem diante de um grande número de mortes”, afirma Oran Finnegan, chefe da unidade forense do CICV. “A gestão dos cadáveres de forma indigna pode ser evitada.”
A entidade defende que os países ativem planos de resposta de emergência neste momento, antes que seja sobrecarregado os recursos humanos e materiais, de modo a garantir a identificação e a documentação confiáveis dos mortos. Deve-se também facilitar os processos para a obtenção de atestados de óbito, certidões de óbito e autorizações de enterro. (com informações de divulgação)
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