Reportagem de Tiago Angelo, publicada nesta quinta-feira, 27 de fevereiro, revelam que peritos da Polícia Federal admitiram que os documentos copiados do “setor de operações estruturadas” da Odebrecht podem ter sido adulterados. Os arquivos foram utilizados para sustentar que a construtora doou R$ 12 milhões a Lula como forma de suborno. A quantia seria utilizada para a compra do terreno do Instituto Lula.
De acordo com o texto, as irregularidades foram anexadas à complementação das alegações finais do processo contra o petista. O documento foi protocolado pela defesa do ex-presidente nesta quarta-feira (26/2). De acordo com a Polícia Federal, os arquivos utilizados na denúncia contra Lula foram diretamente copiados dos sistema “MyWebDay”, utilizado pelo departamento de operações estruturadas da Odebrecht.
No entanto, continau, antes de ser enviado às autoridades, o material teria ficado em posse da construtora por quase um ano. O período, segundo a defesa, foi utilizado para adulterar os arquivos. A entrega dos dados ocorreu após a empresa assinar um acordo de leniência com o Ministério Público. (reportagem completa aqui)
(imagem ataque em 2022 - reprodução) Na tentativa de manter um candidato de família miliciana…
(foto olivia borges - divulgação) O Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas…
Quem passar pela Prefeitura de Campinas a partir desta quarta-feira (1º/10), Dia da Música, vai…
(foto marcello casal jr - ag brasil) O número de transações realizadas por Pix caiu…
(foto divulgação) O escritor Milton Hatoum estará no Sesc Campinas na noite desta quarta-feira (30/9)…
(imagem divulgação) O projeto “O Eu, o Isso e o Cinema” realiza no sábado, dia…