As novas integrantes do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Campinas tomaram posse na terça-feira, 21 de janeiro, e tem pela frente o desafio de enfrentar o feminicídio na cidade, que tem taxas acima da média do estado. A situação se agravou com o avanço neoconservador que impede a discussão de gênero nas escolas, política essencial para combater o machismo.
O conselho é composto por 28 titulares e 25 suplentes, representantes da sociedade civil (universidades, entidades de classe, sindicatos, ONGs, grupos e entidades de Defesa dos Direitos da Mulher) e do Poder Executivo Municipal. O mandato é de 2020 a 2023.
O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher tem como objetivos deliberação, normatização, fiscalização e execução de políticas relativas aos direitos da mulher, visando ser um centro permanente de debates entre os vários setores da sociedade. Também auxilia na formulação de políticas públicas voltadas para o público feminino. É sua função ainda fiscalizar, avaliar e monitorar o cumprimento das políticas vigentes.
O conselho foi criado em 1992 pela lei 7.086 e reordenado pela lei 14.696 de 2013. As conselheiras foram nomeadas pela portaria nº 93099/2019 publicada no Diário Oficial do Município no dia 7 de janeiro de 2020. O DO pode ser consultado no www.campinas.sp.gov.br/diario-oficial/ . (Com informações de divulgação)
(imagem ataque em 2022 - reprodução) Na tentativa de manter um candidato de família miliciana…
(foto olivia borges - divulgação) O Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas…
Quem passar pela Prefeitura de Campinas a partir desta quarta-feira (1º/10), Dia da Música, vai…
(foto marcello casal jr - ag brasil) O número de transações realizadas por Pix caiu…
(foto divulgação) O escritor Milton Hatoum estará no Sesc Campinas na noite desta quarta-feira (30/9)…
(imagem divulgação) O projeto “O Eu, o Isso e o Cinema” realiza no sábado, dia…