.Por Susiana Drapeau.
Os governadores do Nordeste, maioria de oposição ao governo Bolsonaro, deveriam criar a escola cívico-democrática para se contrapor a chamada escola cívico-militar do governo federal.
Assim como na esfera federal, os governadores do Nordeste deveriam convocar sindicalistas e membro de organizações em defesa da Democracia para participar da administração da escola, além é claro de palestrar sobre comportamento, responsabilidade e democracia.
O conhecimento dos direitos democráticos e de participação cívica no país podem ajudar no comportamento dos alunos e melhorar o desempenho escolar. Por exemplo, liberdade de expressão, horror à censura, combater o autoritarismo, o charlatanismo religioso e outros temas são importantes para a formação com responsabilidade civil e democrática.
Mais barato que o programa federal do governo Bolsonaro que cria 18 empregos para militares em cada escola, ao custo de R$ 1 milhão por escola, o programa das escolas cívico-democráticas poderia ser construído junto com os diretores e professores, exigindo um número menor de sindicalistas e membros de organizações democráticas da sociedade civil, bastando 4 por escola, que vão mostrar toda a luta democrática e dos direitos civis das populações.
Com custos mais baixos, as escolas-democráticas poderiam ser em números muito maiores. Por exemplo, cada governador poderia criar cerca de 50 escolas cívico-democráticas. No futuro, será possível verificar qual escola é melhor: se a cívico-militar ou se a cívico-democrática.
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