Maranhão constrói escolas em tempo integral, universidade e vira resistência contra os milicianos

O Maranhão, governado por Flávio Dino (PCdoB) virou uma espécie de resistência contra a ideologia dos milicianos. O governador investe em educação: construiu e reconstruiu 850 escolas, implantou educação com tempo integral, paga os melhores salários a professores, constrói universidade pública, as escolas não têm censura, o Maranhão não tem escola com nome de ditador e busca implantar modelos democráticos de gestão.

(foto governo do ma)

Para Manuela D´Ávila, ex-candidata à vice-presidência da República e do mesmo partido de Flávio Dino, Bolsonaro tem pesadelo com os avanços do Maranhão.

A agressão de Jair Bolsonaro aos nordestinos, qualificados pejorativamente como “paraíbas”, e ao governador Flávio Dino, “o pior de todos, na opinião do presidente, gerou um onda de protestos e solidariedade. A ex-deputada Manuela d’Ávila que contrapôs o exitoso governo de Dino no Maranhão ao desastre de Bolsonaro em pouco mais de seis meses como mandatário do Brasil. Para Manuela, a situação provoca pesadelo no presidente de extrema-direita.

Manuela d’Ávila se manifestou através de seus perfis nas redes sociais. Ela pergunta por que Bolsonaro ataca Flávio Dino e responde em tom de questionamento.

Seria porque o governo maranhense “paga o maior salário do país aos professores, ao invés de transformá-los nos inimigos do Brasil? Porque Flávio Dino abriu uma universidade enquanto cortam a luz das Universidades Federais?

Porque Flávio Dino constrói hospital enquanto Bolsonaro deixa de fabricar remédios que salvam vidas contra o câncer?”.

E enfatiza dizendo que o Maranhão conquistou “tudo isso com um orçamento restrito”. Aguda, Manuela conclui dizendo que “para alguém como Bolsonaro deve ser mesmo um pesadelo ver Flávio Dino governar.”

Quanto ao fato de Bolsonaro chamar os nordestinos de paraíba, Manuela afirma que “no Rio de Janeiro, há uma expressão racista que diz que todo nordestino é Paraíba. Ou seja, paraíba é o nome genérico dado a qualquer nordestino. Bolsonaro é carioca. Em São Paulo o termo equivalente é baiano”.

Ela considera muito grave a frase em que o presidente afirma “Dos governadores de ‘Paraíba’, o pior é o do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”. Para Manuela “estamos diante de um caso análogo ao de racismo pelo qual ele foi réu no STF” e pergunta “o Presidente da República pode ofender dessa maneira a população de nove Estados do Brasil?” (Com informações do Vermelho)

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