.Por Eduardo de Paula Barreto.
Chegamos ao fundo do poço
E nas trevas não enxergamos nada
Tornamo-nos apenas um esboço
De uma sociedade civilizada
Que deixou lá na superfície
Toda a expertise
Adquirida ao longo dos tempos
Desaprendemos a amar
A ser tolerantes e a aceitar
Que o mundo não é mais o mesmo.
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Com oitenta tiros
Desfaz-se uma família
Deixando mortos os entes vivos
Em cuja memória o morto brilha
E os dedos que acionam os gatilhos
Apontando o pai para o triste filho
Destroem a sua reputação
E sem nenhuma autocrítica
Transformam a inocente vítima
Em apenas mais um ladrão.
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Tornam-se frequentes os suicídios
E o ódio se materializa
Buquês são trocados por feminicídios
Ressurgem os ideais nazistas
E os embates físicos violentos
Se sobrepõem aos argumentos
Na resolução de conflitos
E o mal adquire maior relevância
Sempre que quem prega a intolerância
É chamado de mito.
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