Enquanto juízes aprovam aumentos e auxílios para os integrantes do próprio Poder Judiciário, os 12.700 servidores técnico-administrativos e docentes estatutários da Universidade Estadual Paulista (Unesp) – entre ativos e aposentados – ainda não receberam o 13º salário do ano passado.
A crise econômica provocada pela política neoliberal pós-golpe de 2016 tem afetado de forma grave as universidades públicas do Rio de Janeiro, as federais e agora também as universidades públicas de São Paulo.
No último comunicado emitido, em 9/1/2019, a Reitoria da Unesp informa que não teve sucesso em seu pedido de suplementação de verbas, que está nas mãos do governador eleito, João Dória Jr (PSDB).
Segundo os sindicalistas, conforme admite a própria Reitoria, a Universidade tem reservas para arcar com o pagamento do 13º salário dos estatutários, mas ainda não o fez, porque “seu uso deixaria o caixa descoberto em 2019”.
“Postergar a quitação desse direito dos servidores é reiterar uma clara opção política da atual administração da Unesp: bancar a instituição com recursos obtidos por meio do arrocho salarial, do confisco de direitos e do congelamento das carreiras e das contratações”, dizem os trabalhadores que elaboraram um abaixo-assinado na internet.(LINK)
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