Uma publicação do jornal O Dia, do Rio de Janeiro, diz que a Polícia Civil tem provas de que os assassinos da vereadora do Psol Marielle Franco e do motorista dela, Anderson Pedro Gomes, fazem parte dos quadros da Segurança Pública do Rio. O crime teria sido cometido por servidores excluídos da pasta e por pessoal da ativa.
A investigação revelou que rês pessoas estavam no carro Cobalt prata clonado e usado pelos assassinos no dia do crime: o motorista, um passageiro na frente e outro homem no banco de trás, que efetuou os disparos contra Marielle e Anderson.
“Segundo fontes do governo, os criminosos fazem parte do grupo conhecido como ‘Escritório do crime’ e foram contratados via Deep Web, zona da internet onde o usuário tem mais facilidade para manter o anonimato e, assim, cometer crimes”, diz a reportagem.
Os assassinatos de Marielle e Anderson ocorreram há 10 meses e está sem solução definitiva até o momento. Policiais ouvidos pelo jornal DIA acreditam que uma solução esteja próxima.
(foto Maycon Soldan - divulgação) A Mostra Jazz Campinas, tradicional festival de jazz, e parte…
(imagem divulgação) O Selo Editorial Capitolinas realiza neste sábado, 15 de agosto, das 16h às…
(foto fernando frazão - ag brasil) Os alimentos ficaram mais baratos no mês de julho…
(foto Antonio Scarpinetti - unicamp) A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) abriu…
(imagem divulgação) Atividade gratuita com a baterista Mey Fogari é no dia 12 de agosto,…
Fabiana Cozza e Cleber Silveira (foto divulgação) A Casa Gambá, em Barão Geraldo, Campinas, abre…