.Por Sandro Ari Andrade de Miranda.
Duro é conviver com o amor que não se revela.
Escondido no silêncio? Talvez. Ou quem sabe na traição do tempo.
Este mesmo tempo que controla nossos atos com rigor medíocre,
nos limita e impede de avançar para novos mundos.
Querer viver é superar o tempo e não aceitar suas imposições.
Tristes são aqueles que se calam aos seus rigores.
Não somo máquinas, nossa eficiência é uma invenção lúdica,
é um grilhão que derruba anseios e emoções.
Nascemos com a liberdade de escolher caminhos.
Por que, então, decidir pela prisão?
Qual é a virtude que se aprende com sofrimento desnecessário?
Quais são as palavras ocultas entre as paredes?
O amor, este sentimento profano, só floresce quando livre.
Não conquistamos, não dominamos, nem fabricamos sentimentos.
Estes nascem como sementes jogadas ao vento,
regadas pela incerteza das chuvas e do orvalho.
O amor verdadeiro, portanto, não é lógico, jamais seria.
A sua essência é a incerteza e a sua grandeza está em vivenciá-lo.
Não esperem que a mecânica das horas defina os seus rumos.
O amor, a paixão, o desejo, são incontroláveis, explodem pelos poros.
Podemos nos esforçar e viver em vidas controladas
e nos apequenarmos como indivíduos sem sentimentos, talvez por medo.
Será apenas uma ilusão, porque a luz das emoções encontrará uma brecha
e como uma vaga poderosa romperá até as barreiras do tempo…
(imagem ataque em 2022 - reprodução) Na tentativa de manter um candidato de família miliciana…
(foto olivia borges - divulgação) O Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas…
Quem passar pela Prefeitura de Campinas a partir desta quarta-feira (1º/10), Dia da Música, vai…
(foto marcello casal jr - ag brasil) O número de transações realizadas por Pix caiu…
(foto divulgação) O escritor Milton Hatoum estará no Sesc Campinas na noite desta quarta-feira (30/9)…
(imagem divulgação) O projeto “O Eu, o Isso e o Cinema” realiza no sábado, dia…