O movimento modernista iniciado na década de 1920 foi considerado pelos seus próprios líderes como essencialmente polêmico e destruidor, o que é próprio das manifestações vanguardistas. Entretanto, desde a fase inicial, o movimento se notabilizou também por seu caráter empenhado e construtivo, inspirando não só as principais realizações literárias das décadas seguintes, mas também outros setores da criação artística (arquitetura, teatro, cinema e música popular).
A conferência tem como objetivo discutir essas repercussões do modernismo ao longo do século XX e mostrar sua força irradiadora na cultura brasileira.
A conferência faz parte do módulo “Semana de 22: história e reverberações”, com curadoria de Marcos Antonio de Moraes.
A Semana de Arte Moderna, realizada no Teatro Municipal de São Paulo em fevereiro de 1922, tornou-se importante marco cultural ao propor uma atualização da literatura, das artes plásticas e da música no Brasil. Este módulo, ligado ao projeto 3 vezes 22, da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM-USP), pretende recuperar a história da Semana de 22, refletindo criticamente sobre as suas propostas, suas efetivas realizações e o seu legado, em termos de reverberações, em amplo espectro. Entram em pauta questões no âmbito dos estudos literários, da sociologia da arte, de gênero, da política cultural, da historiografia, do memorialismo etc. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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