“Não façam enfrentamento com a Polícia Militar nem a Civil. Porque, a partir de 1º de janeiro, ou se rendem ou vão para o chão”, disse à rádio Bandeirantes. “Se fizer o enfrentamento com a polícia e atirar, a polícia atira. E atira para matar”, afirmou.
A afirmação contraria o método Giraldi, seguido pela polícia paulista. O método prevê o uso progressivo da força. Ou seja, se houver possibilidade, o mais desejável é ferir o criminoso, sem matá-lo.
Na tentativa de pegar carona na popularidade de Jair Bolsonaro, Doria tem feito discursos mais duros na área da segurança. Em ato de apoio a Bolsonaro, aliados do capitão reformado cobraram que Doria se posicione a favor do presidenciável do PSL.
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