As empregadas domésticas não tinham direitos reconhecidos até o governo Dilma Rousseff (PT) e é uma categoria social que se originou no período escravocrata do Brasil. A função é exercida predominantemente por mulheres. Dilma promulgou a Lei Complementar 150/2015.
Segundo artigo de advogados do site Jus.com.br, hoje quando se fala em empregadas domesticas significa uma profissão como outra qualquer. “Porém este trabalho que é exercido hoje por mulheres e também por homens, vem sendo praticado desde muito tempo atrás, no qual as escravas negras consideradas “escravas domesticas” quem realizavam essa labuta. As “escravas domesticas” surgiram na época da escravidão no Brasil, as mesmas trabalhavam exclusivamente para os senhores da terra, contudo, exercia a labuta com fins especifico para a casa, ou seja, eram chamados de “escravos da casa”.
Ainda segundo o texto, os demais escravos que não trabalhavam para a residência dos barões faziam às atividades ligadas a fazenda. “Insta salientar que as escravas que exerciam o trabalho dentro das residências, eram escravas selecionadas na qual cada uma exercia um tipo de serviço, ama de leite, passadeira, arrumadeira, engomadeira, quitandeira”, dizem os autores citando Feres. (FERES 2011, pag.128-130).
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