O Instituto indicou que 69% afirmaram que a vida está pior no governo Temer; 6% disseram que melhorou; e para 23% a vida não mudou desde que Temer assumiu o comando do país. 2% não responderam. Agora o núcleo central do golpe que colocou Temer no poder anunciou o apoio ao candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB), que fará a continuação do projeto econômico. O golpe teve o apoio explícito do PSDB, inclusive de setores ligados ao partido dentro do judiciário.
O dados também revelaram que a avaliação negativa de Temer aumentou de 73% para 83%. Entre os entrevistados, apenas 3% consideram “bom” o desempenho do presidente (ante 6% na pesquisa de maio) e 13% afirmaram que é regular (eram 20% na pesquisa passada).
A compilação também avaliou a percepção por região e mostra que a região com mais apoiadores do golpe foi a que mais perdeu, caso da região Sul e Sudeste. A região Sul registrou o maior índice de reclamações sobre as condições de vida: 73% dos entrevistados consideram que tudo piorou. Seguida do Sudeste, com 70%, Nordeste com 68% e Centro-Oeste/Norte com 65%.
O instituto de pesquisa ouviu 2 mil pessoas em 121 municípios de todo o país, entre os dias 18 e 20 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-02205/2018. (Portal CTB com informações das agências/CartaCampinas)
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