Considerando os últimos cinco anos, houve um aumento em procedimentos como córnea – processo gerido pelo Banco de Olhos, que passou de 80 para 222, representando 45% de todos os transplantes do HC. Em transplantes de rim e fígado, o número foi de 87 para 149 e de 38 para 69, respectivamente. Com isso, nesses casos, o tempo na lista de espera foi reduzido de cinco anos para cerca de dois anos e meio. Veja a quantidade de atendimentos de saúde feito na Unicamp.
“Desde 2011, treinamos equipes de toda nossa área de cobertura – composta por 127 cidades do estado – para procedimentos de captação, preparação do doador e diagnóstico de morte encefálica. A logística também melhorou com as tecnologias de comunicação e transporte, incluindo uso de aviões da FAB (Força Aérea Brasileira). A redução da rejeição também é real, com medicamentos mais eficazes e aumento no tempo de sobrevida dos pacientes”, relata o médico.
A única queda observada foi em transplante cardíaco, que caiu de 14 para sete, por conta do padrão do doador de hoje. “No caso de coração, a maioria vem de jovens que morrem por causas externas. Isso mudou um pouco, recebemos mais órgãos de idosos, com algumas morbidades, nem sempre em condições de doação”, diz. (Com informações de divulgação)
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