A prisão ocorreu no início da manifestação. Ela foi acusada de ter pichado portas de comércios. Mas segundo os organizadores, a lata de spray foi usada somente para cartazes e faixas para o Ato (Veja ensaio fotográfico do ato).
A prisão foi realizada por três PMs homens, e não havia nenhuma presença de policiais femininas. Durante o ocorrido, uma mulher foi agredida pelos PMs e o celular de outra foi apreendido.
Marcela Moreira, presidente do PSOL-Campinas, que também participou do ato, conta que a PM alegou que a manifestante estaria pichando com spray laranja. “Mas ela estava com um spray lilás! Nenhuma prova. Estávamos confeccionando faixas para nosso ato! Além disso, a companheira Edwiges ao tentar filmar a ação, levou um soco de um policial careca, sem identificação. Ela desmaiou e ficou inconsciente por quase meia hora. O PM, depois dessa ação absurda, fugiu no meio da multidão. Em pleno dia Internacional de luta das mulheres a PM prova que é agente de repressão, machista e opressora”, afirmou.
As mulheres em protesto seguiram para o 1º Distrito Policial, onde foi registrada a detenção, para protestar no local. A jovem presa, que é educadora, foi liberada depois de três horas.
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