Segundo o vereador, a ideia é que prefeitura e diretores do Ouro Verde cheguem num acordo e assumam suas responsabilidades: “Faltam insumos básicos, de anestésicos a esparadrapos, sem falar no desrespeito aos direitos trabalhistas dos funcionários. Caso não haja uma solução rápida para os problemas financeiros e de gestão que afetam o hospital, os servidores entrarão em greve”, afirmou. Para ele, uma paralisação só iria “piorar a situação” e “colocar em risco a vida de pacientes que dependem daquela unidade para fazer algum tipo de tratamento”, disse.
Há um mês que a comida servida no hospital, tanto para funcionários quanto para pacientes, tem se limitado a ovo e arroz. “Não tem feijão, nem legumes e nem carne. É um cardápio totalmente desaconselhado para quem se encontra doente e em tratamento médico”, alertou Petta. Ele revelou ainda que áreas como a ortopedia estão praticamente paradas por falta de condições materiais e as cirurgias de catarata foram suspensas por tempo indeterminado.
O evento acontece no plenário da Câmara Municipal de Campinas e contará com a presença dos diretores da Organização Social Vitale, responsável pela administração do hospital, e de representante da Prefeitura enviado pela Secretaria Municipal de Saúde.
Debate “Crise no Hospital Ouro Verde”
Hoje, 19h
Câmara Municipal de Campinas (Av. Eng. Roberto Mange, 66, Ponte Preta)
Entrada franca
(imagem reprodução) A ADunicamp sediará, no dia 11 de março, o seminário “Intelectuais, Sociedade e…
(imagem divulgação) Uma madrugada inteira dedicada ao terror e à ocupação cultural de um espaço…
(foto marina cabizuca - divulgação) A cantora Verônica Ferriani e o músico Alfredo Del-Penho cantam…
Márcia Lopes (imagem fábio rodrigues pozzebom - ag brasil) Publicação produzida pela ADunicamp em parceria…
(imagem reprodução) O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) intensificou o processo de redução do serviço…
(foto bruno cardoso - divulgação) O ator e dramaturgo Douglas Chaves apresenta em Campinas o…