É o que indica um estudo divulgado hoje (24) na nona edição da Conferência de Investigação sobre o HIV, organizada pela Sociedade Internacional contra a Aids. A informação é da EFE.
O trabalho, apresentado em Paris pelo cientista da Universidade da Carolina do Norte (EUA) Joseph Eron, sugere que os portadores em estado de supressão viral respondem bem às injeções, sejam as administradas a cada quatro semanas ou as tomadas a cada oito. Atualmente, os portadores do HIV devem tomar um comprimido por dia para que o vírus seja indetectável e não seja transmitido, ainda que não seja possível eliminá-lo completamente.
“Para alguns soropositivos, um tratamento injetável de longa duração pode ser mais cômodo e menos estigmatizante do que o atual, o que poderia aumentar a taxa de continuidade”, defendem os autores do teste, que já foi experimentado em centenas de pessoas.
De acordo com o vice-presidente da conferência, Jean-François Delfraissy, a devida continuidade do tratamento é fundamental, já que quando interrompida pode provocar aumento da resistência do vírus aos medicamentos, o que é extremamente preocupante.
Segundo dados divulgados na última semana pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), 19,5 milhões das 36,7 milhões de pessoas que têm o vírus do HIV no mundo têm acesso ao tratamento. (Agência Brasil)
(imagem reprodução) O presidente Lula tem feito muita coisa importante para os brasileiros em todo…
(imagem divulgação) No dia 23 de outubro (sexta-feira), às 19h, o CineADu Especial encerra a…
(foto ju moretz - divulgação) O corpo como território de transformação. O casulo como lugar…
(foto josé maria - divulgação) O movimento das águas, a solidão e as mudanças que…
(foto - divulgação) O Coral Unicamp Zíper na Boca apresenta o musical “Os Saltimbancos” e…
(foto ricardo stuckert) A cinco dias do segundo turno, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) estará…