O Conselho Universitário aprovou por 75 votos a 8, sendo 9 abstenções. Para o Diretório Central Estudantil (DCE), “a decisão foi uma vitória do movimento estudantil e dos movimento negro e indígena que nós últimos tempos tem sido ponta de lança na defesa de uma universidade mais democrática!”.
A USP já deveria ter implantado cotas, mas ficou atrasada em relação a outras universidades de São Paulo. A Unesp já conta com uma cota de 50% para alunos de escola pública. A Unicamp definiu, em maio, estabelecer a meta em 2019, incluindo uma cota de 37,5% para estudantes pretos, pardos e indígenas (PPI).
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