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Hoje vim trazer-lhes flores
Com pétalas disformes
Flores secas sem olores
E também sem pólen
Para separar as páginas
Da biografia trágica
Que retrata o assombro
Da história com o título:
‘O Presidente ilegítimo
Ascensão e tombo’.
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Um parasita contumaz
E mero ser decorativo
Acostumado a ficar atrás
Dos poderosos políticos
Para longe das câmeras
Fazer tramoias e chicanas
Mantendo a nefasta figura
De vampiro monetário
Que suga o erário
Passando longe das urnas.
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Traidor-mor da República
Que como reles facínora
Superou o miserável Judas
Ao dar um beijo em Dilma
Entregando-a aos criminosos
Que com acordos ardilosos
Abreviaram o seu mandato
Para em troca de favores
Retirarem dos trabalhadores
Os direitos conquistados.
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Ao ver-se envolto em denúncias
E execrado pela plateia
Negociou a sua renúncia
Para safar-se da cadeia
Propôs entrar para a história
Como ícone da escória
Contanto que longe do cárcere
Mas o povo disse sem medo:
‘De Judas faça arremedo
E pendure-se numa árvore’.
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Eduardo de Paula Barreto
02/06/2017
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