A princípio, os fios serão usados em clínicas veterinárias, mas deve acontecer, ao mesmo tempo, a pesquisa clínica com seres humanos.
Os pesquisadores acreditam que a tecnologia poderá ser empregada em procedimentos médicos como cirurgias plásticas, tratamento de queimaduras, fístulas e em pacientes com Doença de Crohn, entre outras enfermidades que necessitem de tratamentos específicos para cicatrização e regeneração por reparação do tecido da pele.
“A tecnologia desenvolvida obteve uma proporção adequada das substâncias que compuseram uma cola que possibilitou a adequada adesão das células tronco mesenquimais nos fios de sutura”, conta a docente Ângela Cristina Malheiro Luzo, da FCM, que desenvolveu a tecnologia em parceria com o Professor Joaquim Bustorff-Silva.
O fio de sutura desenvolvido na Unicamp é, basicamente, o mesmo utilizado por médicos e enfermeiras, com o diferencial de conter células-troncos, que auxiliam na recuperação da pele. Segundo Volpe, a tecnologia tem como um dos principais pontos positivos o fato de que, ao possibilitar uma cicatrização rápida, também diminui gastos dos hospitais e clínicas, pois demanda de menos tempo de internação e diminui a quantidade de materiais utilizados nos procedimentos. “A tecnologia permite um tempo menor e uma melhora na cicatrização da pele. Para cirurgias maiores é o mais indicado pois o paciente vai ter um gasto hospitalar menor e a cicatrização vai ser mais eficiente”, diz. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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