Por Eduardo de Paula Barreto
.
Morrer de trabalhar
Ou trabalhar até morrer
Sem poder aproveitar
O crepúsculo do viver
Vivendo em prantos
Para garantir aos bancos
Recursos bilionários
Através de depósitos
Feitos até o óbito
Dos beneficiários.
.
Sofrer até chorar
Ou chorar de tanto sofrer
Vendo o suor evaporar
Sem regras para estabelecer
A justiça nas relações laborais
Através de normas legais
Que garantam ao cidadão
Ter na diária labuta
A dignidade de quem luta
E não açoites da escravidão.
.
Ao trabalhar sem normas
E envelhecer sem amparo
O indivíduo se transforma
Num mero vassalo
Que trabalha para realizar
Os sonhos de quem está
Impondo-lhe pesadelos
Mas o trabalhador que se ama
Diz ao levantar-se da cama:
Os meus sonhos primeiro.
.
03/04/2017
(imagem reprodução) A cada 24 horas, 12 mulheres, em média, são vítimas de violência em…
(imagem divulgação ifgw) Em celebração ao Dia Internacional das Mulheres, o Instituto de Física Gleb…
(foto leca ramos - divulgação) As inscrições para o curso gratuito “Circo em Jogo –…
Vih Mendes (foto cláudio alvim - divulgação) No próximo domingo (8), data em que se…
(foto firmino piton - divulgação) O espetáculo "Quando Falta o Ar" será apresentado neste domingo,…
(foto fabiana ribeiro - divulgação) Campinas recebe, a partir deste sábado, 7 de março, o…