Pela proposta, criticada por usuários das UBS, farmacêuticos, servidores da saúde, além de estudantes de Farmácia e movimentos sociais, os medicamentos passarão a ser distribuídos em estabelecimentos da rede comercial, provavelmente das redes Drogasil e Droga Raia, com quem o prefeito Doria e o secretário municipal de Saúde, Wilson Pollara, têm se reunido. Prefeito também foi criticado por farmacêuticos por beneficiar indústria de medicamento em detrimento do bem público.
“O mapa mostra de maneira clara a distribuição, pela cidade, das farmácias públicas, dentro das UBS, e das comerciais, que deverão distribuir os medicamentos. Fica evidente que os moradores dos bairros mais periféricos serão prejudicados porque essas redes não estão nessas localidades, as farmácias de bairro, pequenas, não tem essa estrutura para atender os usuários, e o prefeito não apresenta um estudo que justifique seu projeto e que demonstre os benefícios à população ”, explica Hugo.
O estudante, que já fez diversos mapas expondo a desigualdade racial, especialmente dentro da USP, conta que para montar os mapas obteve endereços no site da prefeitura de São Paulo e nas páginas das redes comerciais na internet. (Da RBA)
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