Não é diferente no Brasil, mas no Rio a situação se agravou com o projeto na Assembléia para que os funcionários públicos paguem a conta da corrupção. Além, é claro das prisões dos ex-governadores Anthony Garotinho (PR) e Sérgio Cabral (PMDB).
As mesmas empresas que ‘financiaram’ os partidos políticos (ou compraram os partidos políticos porque empresa não é banco para financiar) foram beneficiadas com isenção fiscal. Ou seja, não pagam os impostos que ajudam o estado a manter saúde, educação e pagar o serviço de outras empresas.
Mas não é só isso. No Rio de Janeiro, as mesmas empresas que ‘financiam’ os partidos políticos estão devendo para o estado do Rio. Isso mesmo: as empresas têm dívidas com o estado e, mesmo assim, receberam incentivos fiscais e não pagam impostos.
O “financiamento” empresarial das eleições foi a pólvora da crise do Rio de Janeiro.
Veja mais:
99% dos empresários saem perdendo com financiamento de empresas nas eleições
Proibição de dinheiro de empresas nas eleições fez gasto de candidatos cair 71,4%
Financiado por planos de saúde, Ricardo Barros diz que brasileiros ficarão sem SUS
Brasil economiza R$ 4 bilhões com o fim da ‘doação'(SIC) empresarial nas eleições
(foto fernando frazão - ag brasil) A primeira edição Exame Nacional de Avaliação da Formação…
(foto heloisa bortz - divulgação) Em São Paulo - O diretor e dramaturgo Marcos Damigo…
(imagens divulgação) Concebida pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura em parceria com a…
(imagem divulgação) Pela primeira vez em sua história, o Bloco Vermelho, que foi criado em…
(foto fiocruz amazônia) O médico infectologista da Fiocruz, Marcus Vinicius Guimarães Lacerda, que foi nomeado…
Brunna, idealizadora do “O Funk Ensina" (foto reprodução - instagram) O Festival A Rua É…