Em nota, o Comando da EsPCEx disse que, apoiado no diagnóstico dos médicos e da análise dos infectologistas, não há conexão entre a morte de Oliveira e outros seis alunos que foram internados recentemente.
Os seis alunos que passaram mal em 15 de novembro, já foram atendidos e medicados, segundo a escola. O diagnóstico foi de amigdalite, e eles foram “internados para observação por precaução médica”. A escola acrescentou ainda que não é caso de febre maculosa e que, tanto Eduardo Oliveira quanto o restante dos alunos, não estavam retornando de um acampamento.
“A última atividade de campo da escola foi na semana entre os dias 17 e 21 de outubro, em área descontaminada, frequentemente utilizada pelas organizações militares de Campinas nas atividades de instrução”, informou o comando. (Camila Bohem – Agência Brasil)
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