O Festival de Turismo Mulheres no Mapa, que acontece nas unidades do Sesc em São Paulo de 21 de outubro a 06 de novembro de 2016, pretende jogar luz sobre o protagonismo feminino na atividade turística por meio de roteiros, bate-papos, oficinas, exibição de filmes e documentários, entre outras atividades.
Por outro lado, pode também contribuir para o reprodução de preconceitos, exploração e desigualdades de gênero. O festival é um convite para refletirmos sobre as possibilidades de empoderamento feminino propiciadas pelo turismo, as experiências vivenciadas, os desafios e dificuldades da participação das mulheres nesses contextos.
No Sesc Campinas, abrindo as atividades, acontece no dia 23, domingo, o roteiro “Passeios e memórias de Hilda Hilst – Casa do sol” que promove uma homenagem à escritora e poeta Hilda Hilst com uma visita à Casa do Sol, local em que Hilda viveu e produziu grande parte de sua obra.
No dia 30, acontece o passeio “Tradição lírica – Maria Monteiro”, dedicado à primeira cantora lírica brasileira. O percurso contempla locais da cidade que retratam a vida e história da campineira, além de outros atrativos culturais urbanos, com acompanhamento da historiadora Mirza Pellicciotta.
No dia 29, o bate-papo “Protagonismo feminino em Campinas” vai reunir mulheres atuantes no setor de turismo na cidade de Campinas, que construíram sua carreira fazendo a diferença como empreendedoras na área. Participam do evento Alexandra Caprioli (diretora de Turismo de Campinas), Mirza Pellicciotta (historiadora), Vera Dias Ribeiro (empresária), Laura Santi (professora e consultora de Turismo), com mediação de Silvia Hirao (assistente técnica de Turismo Social do Sesc São Paulo), e apoio da Prefeitura Municipal de Campinas.
Encerrando as atividades do projeto, o roteiro “Cultura afro na Fazenda Roseira” leva os participantes no dia 6 de novembro para a Casa de Cultura Fazenda Roseira, uma conquista do movimento negro e popular com uma história de luta e resistência protagonizada principalmente por mulheres que são referências da cultura afro-brasileira na cidade, articulando atividades educativas que integram a cultura, história, mitologia e o meio ambiente. Durante a vivência, haverá uma oficina de turbantes, roda de jongo, dança de roda de origem africana do tipo batuque e também bate-papo com Alessandra Ribeiro, líder da comunidade.
A programação completa com mais informações pode ser vista AQUI. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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