Em sua fala, Pimenta criticou a seletividade da Justiça brasileira, citando o caso de corrupção do Banestado, que, segundo ele, não teve a mesma repercussão na mídia e no judiciário do que a Lava Jato. Ele também cobrou medidas de combate à corrupção contra juízes e procuradores que vendem sentenças. “Quero ver juiz e procurador defender cassação para juízes e procuradores que vendem sentença. Hoje a pena para um juiz que vende sentença é aposentadoria com manutenção de salário integral”, protestou Pimenta.
Anteriormente, Moro tinha defendido a adoção por parte do judiciário brasileiro de algumas práticas existentes nos EUA, mas Pimenta defendeu que, se fosse o caso, as leis americanas deveriam ser aplicadas também aos juízes, especialmente na condução de Moro na Lava Jato. “Quando se fala da legislação americana, imagina se um juiz de primeira instância nos Estados Unidos captasse de maneira ilegal uma conversa entre Bill Clinton, ex-presidente norte-americano, e Barack Obama e jogasse nas redes de televisão, qual teria sido a atitude da justiça americana? E então por que nós não pegamos esses exemplos para serem adotados no Brasil”, questionou Pimenta. Moro fez algo semelhante com Dilma e Lula na Lava Jato.
Moro, no entanto, disse que não iria comentar a fala de Pimenta e imediatamente se retirou do evento alegando falta de tempo. (Do Sul 21, edição Carta Campinas)
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