Com faixas, música e dança, elas caminharam da Praça Roosevelt até o Largo do Paissandú, passando pelo Theatro Municipal.
O ato lembrou o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebrado hoje. No início do protesto, as mulheres se reuniram na Praça Roosevelt, onde pintaram seus rostos, colaram cartazes nos muros da praça e fizeram discursos denunciando a violência e o racismo. Por volta das 19h15 elas deram início à caminhada, que bloqueou algumas ruas do centro. Durante a caminhada, elas entoaram gritos como “Marchar contra o racismo eu vou”.
A catadora de material reciclado Mara Lucia Sobral Santos, 49 anos, é uma das mulheres que participou hoje do ato, em São Paulo. Para ela, o maior problema que a mulher negra enfrenta hoje na sociedade é a violência. “A mulher negra sofre mais violência porque temos todo o histórico de escravidão e as pessoas reproduzem isso”, disse.
Perto das 20h30 elas chegaram ao Largo do Paissandú, onde deram início a intervenções artísticas e shows musicais. A Polícia Militar estimou a presença, no início do ato, de 400 pessoas. A organização do protesto disse que havia cerca de 2 mil pessoas.
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