O Caism publicou foto do superintendente do hospital, Luís Otávio Sarian ao lado do deputado Eduardo Bolsonaro, com texto de agradecimento ao deputado por emenda parlamentar destinada ao hospital. Totalmente integrada ao sistema de clientelismo político brasileiro, a direção do Caism também costuma fazer publicidade no Facebook de deputados clientelista que assinam ou apoiam projetos ligados ao hospital. Veja imagens acima.
Para os professores, o Caism é um centro que reconhece na relação saúde-doença da mulher os determinantes sociais e a necessidade da luta das mulheres contra a violência, por igualdade e direitos. Direitos, segundo a carta, que a família Bolsonaro não defendeu nas oportunidades que teve no Congresso e que o deputado homenageado sempre trata as mulheres com desrespeito.
Os professores lembram que o homenageado apoiou, por exemplo, o ataque de seu pai, Jair Bolsonaro, quando este fez apologia ao estupro ao dizer que não estupraria a deputada Maria do Rosário por ela “não merecer”. O homenageado do Caism também se manifestou a favor de um torturador de mulheres da Ditadura de 64, conhecido com Brilhante Ustra, sempre pegando carona no marketing fascista do pai. “Não é aceitável que um hospital como o Caism se veja lançado na lama da misoginia, homofobia e do fascismo, no qual a família Bolsonaro se nutre e amplifica’, anotam. Veja carta abaixo:
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