O estudo fez um gráfico inédito sobre a concentração de renda nas mãos do 1% mais rico da população do Brasil, de 1927 a 2013, e mostrou que a acumulação de renda no topo da pirâmide deu um salto nos primeiros anos de regime militar. “Os novos números identificam um aumento do fosso entre os mais ricos e os mais pobres antes do milagre econômico. Ou seja, não foi apenas em decorrência do crescimento acelerado da economia iniciado em 1968 —e da demanda insatisfeita por trabalhadores mais qualificados provocado por ele— que a alta da desigualdade se deu. As medidas dos anos de recessão e o ajuste do começo do período, que incluíram isenções fiscais, arrocho salarial e repressão a sindicatos, foram determinantes para a reversão rápida, entre 1964 e 1968, de uma trajetória de queda da disparidade”, anota reportagem do El País.
Os estudos foram feitos pelo pesquisador Pedro Ferreira de Souza e pela primeira vez usou sistematicamente, informações das declarações do Imposto de Renda de quase um século de registros tributários brasileiros. Ao lado de Fabio Castro e do orientador Marcelo Medeiros (UnB e IPEA), utiliza a mesma metodologia do francês Thomas Piketty, que deu novo impulso ao debate global sobre as consequências econômicas e sociais da desigualdade com seu livro O Capital do Século 21 (2014). (Veja texto sobre o assunto no ElPaís)
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