EUA estão por trás da Lava Jato, investigação que paralisou projetos estratégicos

Uma reportagem da revista Época, do grupo Globo, mostrou inadvertidamente que os Estados Unidos estão ajudando Operação Lava Jato, ao menos dando subsídios de investigação.

A reportagem tenta criminalizar uma possível viagem do ex-presidente Lula para criar empregos no Brasil e ampliar internacionalmente o alcance da empreiteira Odebrecht.

A informação da ação dos EUA na Lava Jato está na reportagem “PF acha prova de que Lula, presidente, atendeu a pedido de lobista da Odebrecht”. O texto diz que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recuperou dados da caixa de emails de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht, que foram entregues à força-tarefa brasileira:

“A caixa de e-mails de Alexandrino havia sido apagada, mas foi recuperada graças a uma investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, motivada pela Lava Jato. Os dados foram enviados à PF no início de março. “O e-mail supra aponta indícios de que Luiz Inácio Lula da Silva era incentivado a atender compromissos de interesse do Grupo Odebrecht ainda quando ocupava a cadeira de presidente”, diz o relatório da polícia enviado ao juiz Sergio Moro e obtido por ÉPOCA. O texto curto constitui um novo elemento na investigação sobre a suspeita de que Lula fez tráfico de influência para a Odebrecht – não só após deixar o cargo, mas desde que era presidente da República.”

A reportagem mostra a relação entre a investigação do juiz Sérgio Moro e dos promotores do Paraná, conhecida como República do Paraná, com o governo dos Estados Unidos. Sérgio Moro já foi classificado por publicação norte-americana como um nerd treinado nos Estados Unidos.

Há também nos EUA processos judiciais milionários contra a Petrobras, que poderão enfraquecê-la e levar milhões de dólares da petroleira brasileira para especuladores de fundos norte-americanos, chamados de abutres.

“Desde o início da Operação Lava Jato, o setor de engenharia brasileiro praticamente quebrou. A Odebrecht, sozinha, demitiu 70 mil funcionários e pode reestruturar dívidas de R$ 100 bilhões. Além disso, foram paralisados projetos estratégicos como a construção dos submarinos nucleares, a cargo da Odebrecht e do grupo francês DCNS, que visam patrulhar a fronteira marítima do Brasil, onde estão as reservas do pré-sal. Outra possível consequência da operação é abertura do pré-sal à exploração de grupos estrangeiros”, anotou reportagem do 247. (Veja Texto Integral)

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