Despertaram o gigante do analfabetismo político.
Pessoas que nunca se interessaram pela política, após as manifestações de 2013, tornaram-se especialistas na arte da política.
Os eventos de 2013 aproximaram partidos políticos a grupos extremistas e aos analfabetos políticos, muitos financiados por dinheiro estrangeiro.
O PSDB se contaminou com os extremistas e, afoito pelo poder após as eleições acirradas de 2014, mantém uma política de não reconhecer a vitória de Dilma nas urnas. Extremistas foram alimentados durante anos por colunistas repletos de rancor e ódio da revista Veja.
Desde aquele momento, a oposição ao governo federal anda de mãos dadas com os analfabetos em manifestações e seus lemas. Protestam com a camiseta da CBF conta a corrupção e destilam slogans:
“Golpe para preservar a Constituição”, “Somos todos Cunha”, “Policiais Militares são os anjos da sociedade”, “Direita, esquerda, eu quero é ir para frente”, “PT é ditadura comunista” e tantas outras.
Agora, os promotores que pedem a prisão de Lula, e que já foram acusados de corrupção e incompetência, conseguem coroar de forma brilhante o analfabetismo político.
Ao confundir o pensador Engels com Hegel, os promotores não mostram somente ignorância intelectual, mostram indigência cultural.
É normal não conhecer Engels ou Hegel, muitos brasileiros não sabem quem são, mas não é normal tentar se passar de culto quando se é um analfabeto político. (Glauco Cortez)
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