Primus poderia ser uma peça feita simplesmente para mostrar o profissionalismo dos atores, suas qualidades técnicas de corpo, canto, percussão, dança, sapateado etc…. Essa talvez tenha sido uma das intenções, mas a peça se aproxima do público ao estabelecer a conexão desses recursos do ator de uma forma mágica com o conto “Comunicado a uma Academia”, de Franz Kafka. Aqui a direção da peça torna-se uma composição belíssima.
Todas possibilidades artísticas presentes no ator dão sentido com uma estética que une graça, rigor, crítica e humor.
As referências a nossa pasteurizada cultura são ativadas pelo humor e ao mesmo tempo nos angustia diante de uma macaco que, em uma metamorfose tipicamente kafkiana, torna-se humano. Ou seria: tornar-se um otário? Essa é talvez a principal questão a nos perturbar ao fim da peça.(Glauco Cortez)
(imagem reprodução) A ADunicamp sediará, no dia 11 de março, o seminário “Intelectuais, Sociedade e…
(imagem divulgação) Uma madrugada inteira dedicada ao terror e à ocupação cultural de um espaço…
(foto marina cabizuca - divulgação) A cantora Verônica Ferriani e o músico Alfredo Del-Penho cantam…
Márcia Lopes (imagem fábio rodrigues pozzebom - ag brasil) Publicação produzida pela ADunicamp em parceria…
(imagem reprodução) O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) intensificou o processo de redução do serviço…
(foto bruno cardoso - divulgação) O ator e dramaturgo Douglas Chaves apresenta em Campinas o…