Para ele, em artigo publicado na Folha de S. Paulo, a Lava Jato funcionou perfeitamente como uma máquina inquisitória interminável e concatenada politicamente para a tomada do poder.
“Na Operação Lava Jato, a perícia é instalar uma máquina inquisitória interminável, a serviço dos mesmos poderes que já comemoram a próxima derrubada do governo e a destruição de seu oponente mais difícil. Aqui não se ouve, prende-se. Aqui não se solta, extrai-se delação. Aqui não se ajuíza, panfleta-se. Que o timing concatenado de seu vazamento fabricará a “verdade” do dia’, escreveu em artigo
E mais: “Eduardo Cunha, presidente da Câmara, inventou as pautas-bombas para livrar a própria cara e permanecer onde está. O juiz-mor [Sérgio Moro] faz da agitação processual sua bomba de efeito moral, mesmo que às custas do atropelamento de qualquer legalidade. Contra os agentes do poder estatal que se protegem na sombra, a sombra de um grampo transparente em sua obscuridade”.
Hardman diz que a Lava Jato é o “Processo” de Kafka feito para se eternizar, meta que agentes de uma Justiça e uma polícia autorreferentes cobiçam como sonho autocrático. (Veja íntegra)
(foto divulgação) A cantora Luciana Mello é uma das atrações da terceira edição do Festival…
(imagem - chatgpt e govsp) As explosões dos trens das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade,…
O concerto “Armoriando”, com a violinista Ana de Oliveira e o violonista e compositor Sérgio…
As conselheiras Tereza Araújo e Juliana Freitas durante reunião do CMMA de Valinhos/SP, no dia…
(foto divulgação) A banda Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo traz sua mistura…
Catedral de Campinas em imagem que faz parte da mostra (foto Osvaldo Furiatto - divulgação)…