Liderados por Eduardo Cunha, o PMDB durante 9 meses ameaçou, com o impeachment, a presidente Dilma Rousseff (PT). Nesse tempo, teve o apoio do PSDB, que incentivava as manifestações contra o resultado das eleições.
Com o apoio indiscreto da grande imprensa, o PMDB e o PSDB conseguiram acuar o governo Dilma Rousseff e o próprio PT, principalmente no parlamento. Mesmo sendo o vice-presidente da República, Michel Temer, do PMDB.
A ameaça e a chantagem foram sendo mantidas e alimentadas pela Operação Lava Jato, cobertura exaustiva da mídia contra o governo e o PT, além do incentivo a manifestações com cobertura midiática grandiosa. Chegou-se a se criar um clima de nazismo no país.
Vale notar raras exceções do PMDB, como o senador Roberto Requião (PMDB-PR), que manteve um discurso coerente.
Com isso, o PSDB foi usado de forma magistral pela cúpula do PMDB que conseguiu uma reforma ministerial e ganhou muito mais poder no governo.
O PMDB controla agora grande parte do orçamento da República.
Um golpe de mestre, mas será que o PMDB está saciado?
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