Inaugurado em 2001, com a construção do Rodoanel Magalhães Teixeira, o trevo foi mal planejado pelo governo do estado de São Paulo desde o início e não comportava o volume de tráfego há muito tempo.
Os congestionamentos se tornaram uma rotina. Isso acontecia, sobretudo, na saída do anel viário, sentido Anhanguera, para acessar Campinas ou Valinhos, o que, anteriormente, era feito por uma única alça. A ampliação do dispositivo também era necessária por conta do prolongamento do anel viário.
O trabalho, feito pela concessionária Rota das Bandeiras, incluiu sete novas alças e 5,6 km de novas pistas. Outros cinco dispositivos foram readequados, incluindo a ampliação dos viadutos, num investimento de R$ 18,7 milhões.
O volume diário médio de tráfego é de 45 mil veículos. Até o fim do ano, a Rota das Bandeiras irá entregar o trecho entre a Anhanguera e a Bandeirantes. Desse modo, o anel viário passará a fazer a ligação entre as três rodovias mais importantes da região, já que, em seu início, se conecta à D. Pedro I (SP-065). (Carta Campinas com informações de divulgação)
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