Essa situação foi narrada pelo colunista Matheus Prado, do Estadão, já em 2014. Atualmente a situação continua a mesa. Cerca de 80% das escolas colocadas em primeiro lugar no Enem não existem. São fraudes. Ele relatou, por exemplo, que a primeira colocada no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ocupa, ao mesmo tempo, a 1ª e a 569ª posição no ranking que a imprensa faz com os resultados do ENEM. “Faz 5 anos que a escola usa do mesmo expediente (fingir ser outra escola para ficar em primeiro lugar no ENEM) e ninguém toma nenhuma providência. A primeira colocada no ENEM NÃO é uma escola, é uma artimanha jurídica que faz com que os alunos tenham suas notas computadas em duas listas diferentes”, anotou Matheus no final do ano passado.
E isso tem acontecido com várias escolas. A terceira colocada nacional, que nunca tinha aparecido nem perto das primeiras nacionais e nem nas primeiras posições do Rio de Janeiro, este ano apareceu em terceiro lugar nacionalmente. Ela dividiu-se em 13 unidades diferentes, mas apenas 13 alunos fizeram a prova da unidade que ficou em 3º lugar no Enem. Veja texto de Matheus Prado (Carta Campinas)
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