Entre os entrevistados, 79% entendem que a doação de empresas a candidatos e partidos estimula a corrupção, 12% não apontam relação, 3% acham que isso ajuda a combater a corrupção e 6% não têm opinião formada sobre o assunto. O instituto ouviu 2.125 pessoas entre os dias 9 e 13 de junho, em 135 municípios de todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para o presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, é necessário aproveitar o momento atual, em que a Operação Lava Jato descortina um grande caso de corrupção, para alterar o sistema eleitoral do país. “O mais adequado para limpar o Brasil, além da devida punição de eventuais culpados, respeitada a Constituição e o amplo direito de defesa, é acabar com o investimento empresarial em eleições e tornar crime a utilização do dinheiro não contabilizado, o chamado caixa dois”, afirmou, em entrevista à Folha.
O financiamento empresarial de campanhas foi aprovado pela Câmara dos Deputados durante a votação da reforma política no fim de maio. O episódio gerou polêmica, já que um dia antes da aprovação a matéria havia sido rejeitada em plenário. O texto ainda passará por um segundo turno entre os deputados e seguirá para o Senado. (Revista Fórum)
Obra do artista Paulo Agi, intitulada "O que sobra da caça" (2025). No próximo sábado,…
(foto divulgação) O espetáculo “Assaga: Uma Aventura de Palhaça”, em cartaz nesta quinta-feira, 22 de…
(imagem kampus - pxl) Assim como aconteceu recentemente na Austrália, o Reino Unido lançou nesta…
(foto: reprodução instagram) A flautista Tahyná Oliveira e o sanfoneiro Edu Guimarães apresentam o show…
(foto fernando frazão - ag brasil) A primeira edição Exame Nacional de Avaliação da Formação…
(foto heloisa bortz - divulgação) Em São Paulo - O diretor e dramaturgo Marcos Damigo…