O daclatasvir e o simeprevir são os outros dois remédios que compõem o trio registrado em 2015. Além de maior índice de cura, os remédios também diminuem o tempo de tratamento de um ano para três meses, reduzem o número de comprimidos e são do uso oral. A expectativa do Ministério da Saúde é que o novo tratamento beneficie 60 mil pessoas nos próximos dois anos.
O registro dá apenas a permissão para a comercialização do produto no país. Para que ele seja distribuído pela rede pública, é necessário que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS avalie a viabilidade. A expectativa do Ministério da Saúde é que esta análise seja feita até o final deste ano.
A pasta havia pedido urgência na análise do registro do medicamento pela Anvisa, já que os considera de interesse estratégico para as políticas de tratamento de hepatite do Ministério da Saúde. No Brasil, calcula-se que de 1,4 a 1,7 milhão de pessoas estejam infectadas pelo vírus, sendo a maior parte com 45 anos ou mais.
A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV). A transmissão ocorre, dentre outras formas, por meio de transfusão de sangue, compartilhamento de material para preparo e uso de drogas, objetos de higiene pessoal, como lâminas de barbear e depilar, alicates de unha, além de outros objetos contaminados com o vírus utilizados na confecção de tatuagem e colocação de piercings. Há também transmissão vertical (de mãe para filho) e sexual. (Agência Brasil)
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