Há quase um ano, ele segura uma ação que já tem resultado definido. Dos 11 ministros, 6 já votaram contra o financiamento privado de campanhas eleitorais (famosa corrupção legalizada e fonte de grande parte da corrupção do Brasil).
As últimas declarações do ministro Gilmar Mendes mostram que ele não vai votar a ação e, mesmo já condenada pelo STF, a corrupção legalizada vai continuar valendo. É sem dúvida um deboche com o voto dos outros ministros e com a próprias entidades como OAB e CNBB que promoveram a ação contra o financiamento privado.
Imagine que o cidadão entre na justiça para ser indenizado e o processo chega ao Supremo. Lá a maioria vota pela indenização. Mas um ministro pede vista e não tem tempo para devolver o processo. O ministro pode ficar anos com o processo e o cidadão, mesmo ganhando a ação, não leva.
Essa é justiça do Brasil. Essa é a principal corte do país, o Supremo. Por que será que a justiça é lenta no Brasil?
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