Segundo os performeiros, a performance é idealizada como um ritual tecnoxamânico, que lança questionamentos acerca das possibilidades do corpo enquanto produtor de presença, políticas e poéticas: evocador de devires”.
Dentro desse contexto de celebração de diferenças, eles realizam uma performance com três horas de duração, seguida de uma noite de bate-papo com o público interessado. Usando técnicas de perfuração corporal, pintura e composição com adereços, os artistas transformarão seus corpos ao vivo, enquanto obras vivas em processo de (des)construção constante.
A ação inclui uma estação literária para a utilização da palavra como elemento compositivo da performance. O público presente poderá transitar entre as plataformas de ação durante o tempo que desejar.
A dupla de artistas também receberá o público para uma roda de conversa sobre”Experiências-Limite e Performance” que abordará experiências corporais intensas cotidianas ou as trajetórias de ambos no campo da performance, que apontam para a emergência do corpo que escapa à palavra e que se mostra além do que as representações possam dar conta. A conversa acontecerá na quarta-feira, 28 de maio, às 19h30, no Galpão.
As duas atividades são gratuitas. (Carta Campinas com informações de divulgação)
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