A educação ainda não é prioridade em lugar nenhum deste país. Enquanto o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), pretende construir um teatro de ópera para a elite econômica e cultural da cidade, alunos da periferia não têm se quer escola pronta, quiçá um pequeno teatro para o ensino de atividades de culturais.
Por falta de espaço, alunos do 4º e 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Benevenuto de Figueiredo Torre, no Jardim São José, em Campinas (SP), estão tendo apenas meio período de aula. Em vez de terem 5 horas de aula por dia, estão recebendo apenas 2,5 horas. As crianças têm entre 8 e 9 anos.
Com a redução do horário, alunos não puderam assistir às aulas por que não teriam como voltar para casa e alguns pais também não puderam deixar seus filhos.
No improviso, a prefeitura comprou um barracão para colocar os alunos, visto que estava descumprindo uma resolução do Ministério da Educação (MEC) e oferendo aulas em turno intermediário de apenas três horas.
Por ironia da realidade, a prefeitura alega que o Barracão não está pronto por causa do vandalismo. Pessoas teriam destruído e roubado equipamentos da escola como louças sanitárias, portas e fiações.
De acordo com o dicionário Aurélio, vandalismo é uma espécie de violência provocada por ignorantes, ou seja, sem educação. Parece ser um círculo vicioso. (Carta Campinas)
Obra do artista Paulo Agi, intitulada "O que sobra da caça" (2025). No próximo sábado,…
(foto divulgação) O espetáculo “Assaga: Uma Aventura de Palhaça”, em cartaz nesta quinta-feira, 22 de…
(imagem kampus - pxl) Assim como aconteceu recentemente na Austrália, o Reino Unido lançou nesta…
(foto: reprodução instagram) A flautista Tahyná Oliveira e o sanfoneiro Edu Guimarães apresentam o show…
(foto fernando frazão - ag brasil) A primeira edição Exame Nacional de Avaliação da Formação…
(foto heloisa bortz - divulgação) Em São Paulo - O diretor e dramaturgo Marcos Damigo…