O autor do livro disse ser muito significativo realizar o lançamento em um local onde um dia funcionou uma senzala já que a temática de sua obra tem grande relação com a cultura negra. Em linguagem simples, “A Bandeira de Oxalá” traz, em 27 capítulos, um pouco do cotidiano da Umbanda, suas dores e alegrias, contextualizando-a no diversificado ambiente religioso, espiritual e cultural do Brasil.
Religião plural, formada a partir de diversas matrizes, embora tenha um núcleo comum de fundamentos, a Umbanda possui rituais e maneiras de trabalhar que variam de região para região, de casa para casa. Para Ademir Barbosa, levar ao mundo inteiro a bandeira de Oxalá significa compartilhar no cotidiano, nas mais diversas circunstâncias, o amor e a paz, não forçar alguém ou o mundo à conversão ou ao comparecimento a giras, nem tentar impor “a minha” Umbanda como “verdadeira”. A graça da Umbanda está na diversidade. Se conjugo “a minha” Umbanda à “sua”, à “dele”, à “dela”, juntos, teremos UmBanda.
Além do lançamento do livro sobre Umbanda, o ecerramento terá muita música e dança homenageando a curimba, um importante instrumento de percussão dos terreiros de Umbanda, com a apresentação da Escola de Curimba Bavarodum e convidados, pontos cantados de Umbanda, MPB, samba de roda, jongo, e ainda rodas de conversa, degustação do coquetel Afro-Temático de acarajé e aluá (bebida feita à base de abacaxi) e exposição de artesanato pelos jovens do CEDAP (Centro de Educação e Assessoria Popular). Todos estão convidados para a festa. (Da Rede Carta Campinas com informações de divulgação)
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