(imagem reprodução)
O currículo do pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), o deixaria desempregado em qualquer situação real de emprego. A contratação seria a garantia de confusão. Antes de contratar alguém para um trabalho, analisar o currículo costuma ser uma das primeiras etapas. Formação, experiências anteriores e histórico profissional ajudam a entender quem disputa uma vaga e o que essa pessoa fez ao longo de sua trajetória. Para votar, é a mesma coisa.
Em uma eleição para o cargo mais importante do país, conhecer o histórico dos candidatos ganha ainda mais relevância. É a partir dessa ideia que foi criado o site “Flávio, o pior dos Bolsonaros”, página que reúne informações sobre a trajetória política e controvérsias envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República em 2026.
Identificado como propaganda eleitoral da Coligação Brasil Pronto pra Mais, formada por PSB, PDT, Federação Fé Brasil (PT/PCdoB/PV) e Federação PSOL-Rede, o site organiza reportagens, documentos e vídeos relacionados a diferentes episódios da vida pública do parlamentar. O material está disponível em opiordosbolsonaros.com.br.
Dividido em diferentes seções, o site apresenta denúncias, investigações e acontecimentos relacionados à trajetória profissional e política do candidato do PL.
Antes mesmo de iniciar sua carreira eleitoral, Flávio Bolsonaro ocupou um cargo de 40 horas semanais na Câmara dos Deputados, em Brasília, entre 2000 e 2002, período em que também cursava Direito e realizava estágio no Rio de Janeiro. A compatibilidade de horários entre essas atividades foi alvo de questionamentos e aparece entre os primeiros episódios destacados pela página. Ou seja, Flávio Bolsonaro começou a carreira com salário público, mas sem trabalhar para merecer o salário como todo brasileiro.
Durante sua passagem pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Flávio Bolsonaro esteve no centro de outras controvérsias. Entre elas estão a homenagem concedida ao ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, posteriormente apontado pelas autoridades como chefe do chamado Escritório do Crime, e a investigação sobre um suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete quando era deputado estadual.
A plataforma também aborda episódios mais recentes envolvendo a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master que segue preso sob acusação de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras desde março de 2026. Conversas divulgadas pelo portal Intercept Brasil em maio evidenciam a proximidade entre os dois e da participação do senador em tratativas relacionadas a uma negociação de R$ 134 milhões para a produção de “Dark Horse”, filme biográfico sobre Jair Bolsonaro. Recentemente foi divulgada uma foto de Flávio Bolsonaro com o matador de Vorcaro, como ficou conhecido ao receber o apelido de Sicário. Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão foi apontado pela Polícia Federal como operador de serviços de intimidação e monitoramento de adversários e jornalistas ligados ao caso do Banco Master. [1, 2]
Além desses episódios, a página reúne conteúdos sobre a evolução patrimonial de Flávio Bolsonaro, negócios imobiliários, atuação no Senado e relações políticas construídas ao longo de sua carreira. Para saber mais, clique aqui. (com informações do ptorg)
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